terça-feira, 16 de novembro de 2010

De Repente!

E hoje, assim de repente, quis o que eu nunca quis antes. Desejei realizar coisas que nunca pensei realizar! Talvez sim, antes tenha pensado, mas hoje materializei minha vontade oculta, pequena, que antes só existia como um pontinho.
O problema não é realizar, mas o meio utilizado para atingir tal feito.
Esterei investindo no correto? Vale a pena apostar todas minha fichas agora?
Na verdade, a questão toda é se tal feito merece que todas minhas fichas sejam apostadas nele.
Não pensem que o amor é cego... vejo tudo muito claramente, todos os defeitos, as falhas, os prós e os contras... assim bem clarinho, mas quando o amor é assim de grande, decidimos sempre tentar mais, sempre dar mais uma chance.
Não há na verdade, opção. Enquanto houver amor, haverá esperança. Tenho dito!
Mesmo quando, na verdade, recenhocemos que a maior probabilidade é de que nada dê certo...
Tudo tão tenso... e tão intenso!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A traição!

O que devemos fazer ao sermos traídos? Não digo somente traição de "chifre", mas no sentido mais amplo da palavra, traição de sentimento, de amizade, de confiança...
É possível realmente perdoar? Talvez esquecer, simplesmente! Deixar pra trás e recomeçar?
Minha confiança foi traída. Agora... como ter certeza que também não ganhei um belo par de chifres nessa história toda?
Como saber se antes não houveram outras mentiras?
Perdoar, perdooei, de coração... mas não sei realmente se poderei tirar esse sentimento do meu coração. Sobre o assunto em questão, o caso está resolvido. Nada mais resta a conversar ou saber. Mas será que tudo o que devo saber sobre este dia está realmente dito?
Como saber se em outras viagens não houveram traições reais? Como saber se foi a primeira e última mentira?
O sofrimento é constante, os pensamentos vem e vão sem parar na minha mente, que funciona a mil, brincando (ou brigando) de "e se". "E se for mentira", "e se houveram outras oportunidades", "e se houve outra pessoa", "e se", "e se"...
É uma dor sem dimensão, uma sensação de impotência, saber que seus sentimentos estão a mercê de outro ser humano, que podem ser facilmente e ridiculamente manipulados.
Perdooei, mas seria a outra pessoa ser capaz de perdoar se fosse eu o traidor?
Vale a pena perdoar e continuar ao lado da pessoa traidora?
Poderá recuperar minha confiança?
Poderei eu confiar novamente?
Acho que essa, literalmente, só o tempo dirá!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Onça!

Não cutuque a onça com vara curte...
Principalmente porque eu estou sem a mínima paciência!
Tô cansando dessa parada!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Sumir!

Uma coisa da qual me esqueci... as vezes eu quero sumir, mas o que eu queria mesmo é que junto comigo desaparecessem todos meus problemas e inquietações.
Assim de fácil... PLIM! SUMI!

O que eu quero!

Quero o que todo mundo quer, independência!
Ter meu canto, ter meu amor, ter meu dinheiro, ter meu tempo. Ser dono do mim, dos meus pensamentos e do meu querer.
Quero um trabalho bom, que me ocupe o dia, e que me faça feliz! Isso na minha profissão, graças a Deus não será difícil.
Quero uma vida tranquila, com amigos ao meu lado, um amor no meu abraço.
Um Gran Danês chamado Pequeno, um gato chamado Félix.
Uma casa amarela de janelas brancas, com varandas cheias de plantas.
Crianças rindo pelos cantos, televisão ligada no jornal, amor contando as novidades do dia!
Quero domingo na casa da vó, com primos brigando pelos brinquedos e tios contando piadas sem graça.
Quero eu, quero você, tudo junto, misturado e bem apertado, que é pra não ter o risco de soltar! Comendo macarrão no sofá!
Viu, como meu querer é simples????

sábado, 15 de maio de 2010

Idade em Palavras!

Certo é que as palavras que usamos no nosso vocabulário diariamente indicam nossa maturidade. Não discuto!
Estou quase já na minha quarta década de vida e a maneira como as vezes me expresso não cabe à minha pessoa. Quem me conhece como pessoa sabe como sou e quem sou, mas quem não me conhece, me acha uma pessoa imatura.
Mesmo sem querer passar esta imagem, ainda escolhendo as palavras, escorrego no tomate. E lá vem puxão de orelha. Um de familiar próximo: "Fale mais devagar, falar rápido indica imaturidade". Assim, seco, direto! Outro, de mim mesmo: "sinistro, sinistro é lá palavra q se diga ao sogro?????". Isso depois de escutar sua resposta à minha colocação: "é, o trânsito estava (...) SINISTRO" e sair. Poxa! Toma! E eu ainda pensei na palavra, sabia que era inaqueda para o momento e saiu.
Porque???? Porque mesmo sabendo que estamos fazendo errado, erramos???? É muita burrice da raça humana!
Taí... o pior é o auto-puxão de orelhas! Acaba comigo! É tipo uma derrota moral, entende?
Já estou martelando essa história do SINISTRO a uma semana e ainda me envergonho de tal fato. Precisava assim, AHHHHHH, desafogar.
Quero mudar, quero crescer, e minha mente quer voltar ao tempo.
Tenho explicação para tal fato. Vamos lá: estou em uma época difícil: tenho profissão, não tenho trabalho; tenho idade, não tenho trabalho: tenho casa, e não tenho; tenho tudo, não tenho nada; o pouco que tenho não me pertence.
Não seria tão mais fácil voltar aos tempos de colégio, onde tudo o que fazíamos era brincar de estudar??? Melhor ainda voltar ao jardim de infância e só se preocupar em desenhar. Já sei, a perfeição, voltar pra barriga da mãe...
Melhor não poderia ser. Silêncio, quentinho, tanto amor, tanta paz! Sem nada com o que se preocupar! Absolutamente nada!
Quando estou triste sempre penso nisso.
As vezes, busco esses momentos de paz, sem nada na cabeça, só apreciar o momento. Ocasiões q me proporcionam este raro prazer:  um pôr do sol (mas tem que ser na completa solidão), uma montanha a vários metros de altitude, só escutando o vento bater, olhar pela janela o carro qdo dirijo e pensar q lá fora existe um mundo a parte do meu.
Quero crescer, quero amadurecer... sei q um dia as coisas acontecerão para mim, e quando acontecerem, será tudo de uma vez, uma avalanche.
Enquanto isso, me recuso a encarar a realidade e continuo tentando driblar a responsabilidade. Alguém me acompanha?

sexta-feira, 7 de maio de 2010

A exposição

Às vezes, uma brincadeira inocente irrita muita gente. Queremos ser parte dela, mas o social não o permite. Porque o namorado (a) não o quer, ou não gostaria, porque a sociedade o vê de uma maneira não muito bacana. Mas você quer. Porque?
Como essa boa brincadeira de sites de relacionamento que as mulheres tanto gostam, como a da cor do soutien, de onde você deixa a bolsa, ou do tamanho preferido do cabelo. Inocente, sim... mas de conteúdo ambiguo. Agora porque as pessoas participam dessas brincadeiras??? Mesmo sabendo que será criticado por alguém que não saiba da brincadeira??? Porque é isso, querem chamar as atenção para si mesmas, que todos vejam o que pensam e  sentem, querem que todos se preocupem por ela.
Esse é o tal objetivo do STATUS de ditos sites.
Esse é o objetivo na verdade de tal blog, poder dizer o que eu quero sem ser alvo de criticas de conhecidos. Quero dizer o que sinto, o que penso, o que quero... mas sem ter que sofrer com a opinião dos conhecidos. Na verdade não é a opinião o que incomoda, é o medo a exposição em excesso.
Engraçado, ter medo a se expor para amigos... mas não para desconhecidos. Interessante, não?
Levei um puxão de orelhas hoje, exatamente por causa de status. Na verdade, foi uma critica construtiva. É verdade, exposição de nossas vidas também machucam outras pessoas. Nossas vidas, não são somente mais nossas com o avanço da internet. Esquecemos que estamos rodeados de outras pessoas que fazem parte de nossas vidas e que a vivem junto com a gente. Que pena???? Que bom??? Não sei. Que pena é não poder simplesmente dizer tudo o que queremos, é um erro achar que podemos sempre fazer isso. Que bom porque significa que não somos solitarios, que há sempre alguém junto da gente e que se preocupa por nós.
Chato seria na verdade, que ninguém se importasse com a gente. Será?
Ambiguo não???
Talvez não...
 

sábado, 1 de maio de 2010

O começo!

E tudo começa assim, no mais simples anonimato!